05 janeiro, 2011



Tanta coisa que o meu corpo arrasta, enquanto o tempo passa (cada vez mais devagar). Já perdi muito, mas ganhei muito mais. Tudo está no seu lugar e a vida só choca a sorte pra quem quer. 
O meu amor está perto. E se alguma coisa correr mal, não me venhas dizer (de novo) que fui eu que estraguei tudo.




A liberdade é algo que nunca podemos usar para troca.

04 janeiro, 2011

    Não preciso que me ligues todos os dias para saber que és das únicas pessoas que me atura. 

03 janeiro, 2011

Há coisas que o dinheiro não compra, ainda que me convenças que não tenho razão. Não me fales em desejos, agora. Só quero gravar os melhores momentos. O resto? O resto pouco me importa.

02 janeiro, 2011

O sangue a correr demasiado depressa nas veias significa exactamente o quê?
Ouvi dizer que 2011 seria "O" ano. Digámos que sabe bem acreditar que sim.
Gostávamos muito que todos os dias fossem os "nossos dias", não gostávamos? E será que não são?

30 dezembro, 2010

Pelos vistos 2010 tem os dias contados (e ainda bem). Já não aguentava o amontoado de discussões e dissabores que fui acumulando, dia-após-dia. E sim, para o ano quero um amor (quem dera o de sempre), daqueles que nos mimam, que nos ligam e dizem palavras bonitas. Um amor. Mas não é só isso. Para 2011 quero (apenas) o que não tive em 2010. E há coisas que tive que dispenso.

29 dezembro, 2010

As discussões, tal como a vingança, é um prato que se serve frio. Muito frio.